Se você está de malas prontas para uma viagem internacional, atenção: o aumento no IOF para viajantes (Imposto sobre Operações Financeiras) já está valendo e pode impactar diretamente o quanto você vai gastar fora do país.
Desde 23 de maio de 2025, a alíquota passou a ser de 3,5% para todas as modalidades: dinheiro em espécie, cartões de crédito, débito, pré-pagos e multimoedas. Mas apesar da taxa ser a mesma, o momento em que o imposto é cobrado muda de acordo com o tipo de pagamento.
Pra te ajudar a entender melhor, reunimos as principais dúvidas respondidas por especialistas e tudo o que você precisa saber antes de embarcar.
O que é IOF?
IOF significa Imposto sobre Operações Financeiras. Esse imposto incide em diversas transações, como compras com moeda estrangeira, investimentos e seguros. No caso de quem viaja, o IOF para viajantes aparece principalmente nas operações de câmbio e nas compras internacionais.
Qual a diferença entre os tipos de cartão?
Cartão de crédito internacional: você faz a compra hoje e paga na fatura. O IOF (3,5%) é cobrado no dia da compra, com a cotação do dólar daquele momento.
Cartões de débito, pré-pagos ou multimoedas: você carrega um valor antes de viajar. O IOF (também 3,5%) é cobrado no momento do carregamento, ou seja, você já sabe quanto vai pagar, sem surpresas com o câmbio.
1. Pague em REAIS e elimine o IOF
Se a agência ou operadora de viagens tem empresa no Brasil — como é o caso da LC , por exemplo — você pode pagar seus passeios, transfers e serviços em reais , via PIX ou cartão nacional .
E sabe o que isso significa?Zero IOF. Nenhuma cobrança extra. Ou seja, o valor que você vê é exatamente o valor que paga.
Essa é uma ótima alternativa pra fechar seus passeios ainda no Brasil, com segurança e sem surpresas na fatura do cartão.
2. Faça o câmbio em espécie
Outra dica valiosa: com o novo IOF de 3,5% aplicado também nos cartões multimoedas, pré-pagos e contas digitais como Wise ou Nomad , a melhor saída passou a ser o câmbio em espécie direto no destino .
➡️ Na prática: leve reais e troque direto lá no país, em casas de câmbio confiáveis (ou com indicação da agência).
Assim, você:
Evita o IOF de 3,5%
Garante um câmbio mais vantajoso (geralmente melhor que o dólar turismo)
E ainda tem mais controle dos seus gastos
Só lembre-se de fazer isso com segurança, evitando trocas em locais suspeitos ou no meio da rua, ok?
Existe alguma forma de fugir do IOF?
Legalmente, não. O IOF é obrigatório e, portanto, as instituições financeiras cobram automaticamente esse imposto em qualquer operação internacional com moeda.
Porém, o que você pode — e deve — fazer é reduzir esse impacto. Para isso, escolha bem a plataforma de câmbio, priorizando aquelas que oferecem melhor cotação e taxas mais baixas.
Com planejamento e as estratégias certas, dá sim pra minimizar os efeitos do IOF e, consequentemente, economizar muito em uma viagem internacional.
Além disso, se você vai garantir seus passeios com a LC, pode aproveitar vantagens exclusivas: pagamento em reais e indicação segura para câmbio em espécie, sem pagar imposto extra.
Quer mais dicas de como montar seu roteiro sem gastar além da conta? Deixa aqui nos comentários e a gente te ajuda!
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