Os brasileiros gastaram US$ 6,04 bilhões em viagens internacionais no primeiro trimestre de 2026, o maior valor já registrado pelo Banco Central desde o início da série histórica, em 1995. O número representa alta de 21,9% em relação ao mesmo período de 2025, quando o total havia sido de US$ 4,96 bilhões.
O recorde acontece em meio à valorização do real frente ao dólar. Só em 2026, a moeda americana já acumula queda superior a 8% no acumulado do ano, o que barateia passagens, hospedagem, alimentação e consumo em geral no exterior. Somente em março, os gastos chegaram a US$ 1,99 bilhão, também um recorde para o mês.
O movimento não é isolado. A curva de gastos de brasileiros no exterior vem em alta consistente desde a pandemia. Em 2021, o mesmo trimestre havia registrado US$ 860 milhões. Cinco anos depois, o valor foi multiplicado por sete. Analistas do setor apontam três fatores principais: câmbio favorável, retorno do apetite por lazer após o período de isolamento e crescimento da classe média em cidades do interior, que passou a considerar viagem internacional como parte do planejamento anual.
Para o viajante brasileiro, o cenário abre uma janela concreta de oportunidade. Um roteiro que há dois anos consumia grande parte da renda média familiar hoje cabe em orçamentos que antes miravam apenas destinos nacionais. É o momento em que Argentina, Chile, Colômbia, Peru e Punta Cana voltam ao radar de quem havia adiado viagem internacional por causa do câmbio.
Na prática, o efeito aparece em três frentes: passagens aéreas mais baratas quando pagas em real convertido, diárias de hotel que representam menos reais no cartão e passeios locais com custo relativo menor. Vale lembrar que essa vantagem cambial é dinâmica e pode se inverter em poucos meses, como já aconteceu em outros ciclos. Quem tem viagem planejada para os próximos 6 a 12 meses deveria considerar antecipar reservas e travar preços em real.
Na LC Turismo, os destinos mais procurados por brasileiros neste momento são Chile, com Torres del Paine, San Pedro de Atacama e Santiago, Colômbia, com Cartagena, Argentina, com El Calafate e Ushuaia, Peru, com Cusco e Machu Picchu, e Punta Cana. Todos operados com equipe local, guias em português e ingressos garantidos com antecedência, o que reduz o risco de esgotamento e cobra menos do orçamento na hora da compra final.
Se o câmbio for a sua motivação para viajar, aproveite o momento com planejamento. Fale com a nossa equipe e monte o roteiro completo para 2026: lucascarvalhoturismo.com.br.