O primeiro trimestre de 2026 fechou com crescimento histórico do turismo internacional no Brasil, e o movimento dos brasileiros que embarcam para o exterior segue em ritmo acelerado. O dado, divulgado pela Embratur em abril, confirma uma tendência que operadores de turismo já sentiam na ponta: 2026 vai ser o ano em que o mercado de viagens volta a bater recordes.
O que dizem os números
Segundo dados da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur) e do Ministério do Turismo, o Brasil recebeu cerca de 3,74 milhões de turistas estrangeiros entre janeiro e março de 2026, uma alta de 19,4% em relação ao mesmo período de 2025. Apenas em março, foram 1.053.098 visitantes, avanço de 13% ante março do ano passado. A meta oficial para o ano é alcançar 7,5 milhões de turistas estrangeiros até dezembro. Em três meses, o país já bateu metade da meta anual.
A Argentina lidera o ranking de emissores com mais de 3,3 milhões de turistas acumulados, seguida pelo Chile, com cerca de 801 mil visitantes. Do outro lado do balcão, o brasileiro continua embarcando com força para o exterior. Países da América Latina, como Chile, Argentina, Peru e Colômbia, seguem entre os mais procurados, e o Caribe ganhou tração com o câmbio favorável em destinos como a República Dominicana. Voos diretos, pacotes all-inclusive e a diversificação do perfil de quem viaja têm ampliado o mercado. O brasileiro classe média-alta já não se contenta apenas com praia: busca experiências, natureza, trilhas, cultura e gastronomia.
O que esse movimento muda para quem vai viajar
Na prática, o cenário combina oportunidades e desafios. Do lado positivo, a alta do turismo no Brasil fortalece companhias aéreas, operadoras e infraestrutura, o que tende a aumentar a oferta de voos internacionais e reduzir gargalos logísticos. Rotas antes pouco exploradas ganham frequência semanal, tarifas promocionais aparecem com mais regularidade e hubs como São Paulo e Rio de Janeiro ampliam conexões para a América do Sul e o Caribe.
Do lado negativo, destinos populares entre brasileiros, como Machu Picchu, Torres del Paine, Atacama e Cartagena, ficam cada vez mais concorridos. Ingressos, hospedagens e transfers esgotam com meses de antecedência nas altas temporadas, e quem deixa para a última hora paga mais caro ou simplesmente perde a janela de viagem. O câmbio também pesa. Em abril de 2026, o real segue oscilando contra o dólar, e moedas locais como o peso chileno, o peso argentino e o peso colombiano exigem planejamento cuidadoso. Destinos onde o custo de vida é menor do que no Brasil, como Argentina e partes da América Central, continuam atraentes, mas quem tenta economizar sem planejar acaba errando o orçamento.
Tendências de comportamento em 2026
Três mudanças ficaram evidentes no primeiro trimestre. Primeiro, o viajante está mais informado: chega à operadora com pesquisa feita, roteiro quase pronto e perguntas específicas sobre ingressos, altitude e seguro. Segundo, cresce a demanda por experiências de natureza e aventura, em especial na Patagônia e no sul do Chile. Terceiro, o turismo all-inclusive no Caribe virou opção de família e de grupos de amigos, não mais apenas de lua de mel.
Dica prática da LC Turismo
Na LC Turismo, que opera passeios em 16 destinos internacionais e já levou mais de 40 mil brasileiros ao exterior, o padrão é claro: quem planeja com antecedência viaja melhor. Para 2026, a recomendação é simples. Escolha o destino com base no clima e no câmbio, reserve passagens e ingressos críticos com pelo menos três meses de antecedência, contrate transfers com operador local de confiança e feche o seguro viagem antes do embarque. Para destinos exigentes em logística, como Patagônia e Machu Picchu, quatro meses de antecedência é o ideal.
Quer planejar a sua viagem internacional em 2026 com segurança e sem improviso? Conheça os roteiros, os destinos e as operações da LC Turismo em lucascarvalhoturismo.com.br e fale com um especialista por destino. Menos improviso, mais roteiro.