O Chile anunciou na WTM Latin America 2026, realizada em São Paulo em abril, a meta de receber 1 milhão de turistas brasileiros por ano nos próximos anos. Hoje o Brasil é o segundo maior emissor de viajantes para o país, com 700 mil chegadas registradas em 2025.
O movimento mostra uma mudança estratégica do destino. Tradicionalmente associado ao turismo de neve, o Chile passou a investir em diversificação para reduzir a sazonalidade e atrair o brasileiro o ano inteiro. A nova oferta inclui astroturismo no deserto do Atacama, turismo de aventura na Patagônia, rota dos vinhos no Vale do Maipo e turismo esportivo em torno de eventos como rali, ciclismo e trail running.
O reconhecimento internacional acompanha o reposicionamento. Em 2026, o Chile foi novamente eleito melhor destino de turismo de aventura e de natureza pelo World Travel Awards. Santiago entrou na lista do Tripadvisor Travelers Choice Awards entre os melhores destinos globais para quem viaja sozinho, e San Pedro de Atacama foi destacado entre os principais da América do Sul.
O que muda para o viajante brasileiro
O ponto mais sensível para o brasileiro é o preço da passagem. Em março de 2026, voos diretos São Paulo até Santiago, de 4h de duração, foram comercializados entre R$1.100 e R$1.700 ida e volta, valores competitivos quando comparados a destinos no Nordeste em alta temporada. Combinações 2 em 1 com Buenos Aires ou Lima começaram em R$1.542 ida e volta, segundo levantamentos de plataformas como Melhores Destinos e ViajaNet.
Outro avanço importante é a articulação entre o governo chileno e companhias aéreas para criar voos diretos entre regiões internas, sem obrigar a conexão por Santiago. Essa mudança beneficia diretamente quem quer ir para Atacama, Puerto Natales ou Punta Arenas sem perder dois dias de viagem em logística. Para o público da Patagônia, isso é determinante.
Documentação e logística simplificadas
Para entrar no Chile a turismo, o brasileiro precisa apenas do RG físico em bom estado e com menos de 10 anos de emissão. Não há exigência de passaporte ou visto para estadias de até 90 dias. É um dos destinos internacionais mais acessíveis em termos de burocracia, fator que ajuda a explicar o crescimento contínuo da demanda.
O movimento do Chile responde a uma tendência mais ampla. O Brasil registrou recorde histórico de turistas internacionais no primeiro trimestre de 2026, com 3,74 milhões de chegadas e 13% de crescimento em março. O fluxo bilateral entre os dois países está em alta, e o Chile sabe que precisa ampliar oferta para manter o brasileiro voltando.
Como a LC Turismo opera no Chile
O Chile é o destino mais antigo e mais maduro da operação da LC Turismo. Levamos brasileiros a Santiago, Vale Nevado, Atacama e Torres del Paine todo mês. A nossa equipe está em Santiago e fala português, o que elimina a barreira mais comum de quem viaja pela primeira vez para o exterior. Operamos transfers privativos, ingressos garantidos com antecedência, hospedagem testada e roteiros prontos por perfil de viajante: famílias, casais, grupos de aventura e quem quer só esquiar.
O que vemos na prática é que o brasileiro já amadureceu como viajante. Não quer só Santiago. Quer combinar Atacama com vinhos, Patagônia com esqui, ou Vale Nevado com escapada gastronômica. A oferta diversificada que o Chile está apresentando agora coincide com o que nosso cliente já vinha pedindo.
Se você está planejando o Chile em 2026 e quer entender qual roteiro faz sentido para o seu perfil, fale com a nossa equipe. Conheça os pacotes, os passeios e os destinos no site da LC Turismo ou peça um atendimento personalizado direto pelo WhatsApp.