A Colômbia registrou alta de 44 por cento na chegada de turistas brasileiros no primeiro trimestre de 2026, liderando o crescimento entre os destinos latino-americanos. México veio em seguida, com 27 por cento, e o Chile fechou o pódio com 9 por cento de avanço. Os dados, divulgados por operadoras e órgãos de turismo, reposicionam o mapa das viagens internacionais de quem sai do Brasil.
O que está acontecendo no mercado
A tendência não é isolada. O próprio Brasil bate recordes na recepção de estrangeiros: 3,74 milhões de visitantes internacionais desembarcaram no país entre janeiro e março de 2026, o maior volume já registrado para um primeiro trimestre segundo a Embratur. O movimento mostra um cenário em que América Latina trocou de lado com o resto do mundo: o brasileiro viaja mais pelos vizinhos, e o vizinho viaja mais pelo Brasil.
Três fatores explicam a corrida pela Colômbia, México e Chile. O primeiro é preço. Com o câmbio ainda sob pressão, destinos em moedas mais acessíveis e com voos curtos saem na frente. O segundo é conectividade aérea: novas rotas diretas para Bogotá, Medellín, Cancún e Santiago ampliaram a oferta e reduziram o tempo de viagem. O terceiro é demanda por experiências culturais e naturais: praias do Caribe colombiano, a gastronomia mexicana e a Patagônia chilena viraram nome conhecido até para quem nunca saiu do país.
O que muda para o viajante brasileiro
A alta na procura tem efeito direto no bolso. Pacotes para Cartagena, Cancún e Santiago já mostram preços até 30 por cento acima de 2025 para a mesma janela. Quem planeja viajar entre junho e setembro, alta temporada no hemisfério norte e também forte em países andinos, deve tratar a compra de passagem e hotel como urgência. Não é discurso de operadora: é o que a disponibilidade real mostra. Hotéis em Cartagena fecham 90 dias antes nas datas mais movimentadas. Ingresso para atrações emblemáticas, caso de Machu Picchu no Peru e do Parque Nacional Torres del Paine no Chile, segue regra parecida e esgota com meses de antecedência.
Outro ponto que merece atenção é o seguro viagem. Colômbia e México são destinos seguros quando se cumpre o básico, mas a exigência de seguro com cobertura mínima para emergências médicas aumentou em várias operadoras e em alguns hotéis. Para o Chile, que faz parte do acordo de saúde do Mercosul, o seguro continua sendo altamente recomendado porque o acordo cobre apenas emergências no sistema público, com filas e limitações previsíveis. A conta de não contratar pode chegar a dezenas de milhares de reais em uma hospitalização.
Dica prática
A LC Turismo opera passeios em 16 destinos internacionais, com presença forte em Chile, Colômbia, Argentina, Peru, México e Caribe. O padrão que vemos no atendimento diário é claro: quem chega com 90 a 120 dias de antecedência paga menos, escolhe mais e reduz riscos. Quem deixa para última hora cede na escolha de hotel, perde conexões melhores e acaba pagando passeios avulsos em dólar no destino, que é o modo mais caro de viajar. O recado vale para qualquer destino, mas fica mais evidente nos três que lideram a alta: Colômbia, México e Chile.
Planejar é economia
O crescimento expressivo desses três destinos em 2026 é uma oportunidade para o viajante que se antecipa, e um alerta para quem acha que ainda dá tempo de resolver perto da data. O mercado mudou e a concorrência pela vaga cresceu. A LC Turismo ajuda o brasileiro a montar o roteiro completo, com transfers, hospedagem, passeios e suporte em português durante toda a viagem. Conheça os roteiros internacionais no site oficial e converse com um consultor antes que os preços subam mais.